sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Just one more time

Just one more time
And I promise
It will be perfect.

The rain won’t stop falling
Even if my hands are cold
The wind won’t stop blowing.

My tears will froze
In this storm of such sadness
And I won’t be able to cry anymore.

I can’t tell if it’s good,
Or if it’s bad.
I just feel empty inside.

I don’t want to live forever.
To leave this world
It will be hard.

To be a saint.
And everything is so superficial,
So fake.

Maybe it’s just a bad dream.
But I’m awake
And I can feel the pain.

And I can hear the rain falling…
The wind blowing…
The tears dropping.

When you started out

When you started out
I felt like I was special
But… was it a waste?
What am I supposed to feel?
I’ve never been in love.
Not even with you
Why was I with you?
I wanted to feel my heart beating
Again…
The heat of your breath
Whispers of the wind
On my ear
Louder, and louder

What am I waiting for?
What was I waiting for?
And when I see you I froze
Why?
Why is this feeling…
Stronger than my anger?
Why does it keep comforting me?

When I get into the bus
I always feel lonely
And miserable
Thinking about you
All the time…
If you knew what it takes
To handle such pain…
Maybe you’d pay attention
To who tries to find where you are
Everyday since I wake up
I think of you.
I try to dream about you
I try to find you
But… it never happens.
What can I do?
What should I feel?
Only you can tell.

It has come to this

It has come to this.
You leave me all alone
And this feeling consumes me.
It’s not hate. It’s not fear. It’s not envy.
It’s love. Because I can’t forget that smile.
The smile that is always on your face. Or at least… it was always there.
Why does it have to end like this?
If you still love me… why did it end?
Your smile was broke… you gave up on love.
And you forgot about me. About everyone.
And I fell into the misery of the broken smile of yours.
I shouted silent words. Sad words. I shouted my heart out. I wanted you to hear me.
So please, will you pay attention for a second. And waste your time looking in my eyes.
Tell me what you see. Tell me what you want to see. But don’t say it loud… tell me in your dreams. Tell me your dream.
Was it about me?
It will never end. You promised.
I want to see that smile of yours. Again. Like before. When you were with me.
That beautiful smile of yours.
So… I lost you.
In the maze of your mind… In all the colours of your eyes.
And I came upon a cross… the one on the left is calmer… but the other one, in the right, has no rail-cut… Which one should I take? I know that… if I take the one on the left… I’ll get there, for sure. But… why should I take that one when I have the other? Life is full of choices. You’ll have to face them sometimes.
And then I turn right,… waiting that I’ll be able to win.
But… that’s not true. And I’m aware of it. Because there’s another person… the person you’ve been hiding. The side you don’t want to show.
But… and if I tell you I want to see that side. That other face. Will you show it? No one else is watching us…
And while we talk you touch me. Touch my arms, my chest, my hair… my throat. And you pull it from me. And you throw it away. So I can no longer talk. Can no longer breath… because you quitted this… you quitted the game. This game that everyone calls… “Love”.

Colours

The sky isn’t painted blue
It’s full of those gray tears, which come down your face
When you’re sad…
The clouds cover the sky
And the city dies
Then, when you find yourself
Alone…
Your soul starts to scream
Its pain
And you cover your ears
Because you don’t want to hear the truth
And the truth is that
You’re killing the city
And the red of the blood
All the blood you lost
Starts to dry
And the guilty starts to stab you
Harder…
Deeper…
What you gonna do?
When you’re hurt
And you’re the one to blame
What you gonna do?
Now that you’re alone
No one’s staring
Will you give up?
Now that the wind is not going to blow
Anymore
And the sun won’t shine to you, no more
Now you don’t need to smile
To breathe
No need to see, to feel
Whatever it is
Is it painful? When I’m inside of you?
Now I’ll say goodbye…
When you leave me
This feeling of hate
Becomes a vice
But this time it’s different
This time I loved you
And all this time I wasted
Thinking about this
And these bubbles get me stuck
In the empty
Floating…

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Pai...

O meu pai voltou recentemente de Itália. Acho que… é uma boa altura para começar a dar-me mais com ele. Vou tentar fazer com que ele volte a ser o que era dantes. Mas é compreensível… afinal ele esteve fora três anos. Não pareceu muito tempo enquanto ele estava longe. Mas, provavelmente seria porque eu já não… estava tão ligada a ele. Ele não parecia o mesmo quando voltou. Não seria o mesmo? Mas eu aceitei a sua diferença. Seria uma espécie de aventura, como ele costuma dizer. E eu acho que posso associar uma coisa com a outra. Queria voltar a sentir que estava tudo completo. E não vou desistir enquanto não conseguir. Porque é como um barco. Um barco… de papel, como aqueles que ele faz nos restaurantes. Que vai á deriva pelo rio Tua… e não sabemos onde vai parar. É um mistério. A aventura dele. Batendo nos seixos mais aguçados, e a desfazer-se quando a água se agita mais. E sabemos que a viagem nunca acaba. Porque não é forte o suficiente. Mas eu sei que não és vazio por dentro, … ou mesmo feito de papel. E sei que te aguentas. Porque eu quero. E porque tu gostas de ver as pessoas felizes. Por isso, aguenta. Vai apreciando o que perdeste estes anos. As árvores novas que cresceram, as pessoas que mudaram… vem ver a tua terra, a avó tem muitas saudades tuas. Por isso vive a tua vida, mas aguenta. Só um bocadinho. Só para eu ficar feliz. O relógio não funciona. Já não faz o tic-tac que tu gostavas. Ou que te irritava? Mas o teu coração continua a bater. Faz um barulho muito… repetitivo… mas… é interessante quase que me faz… adormecer. Como quando era pequenina e me pegavas ao colo, ou me trazias da banheira e fazias umas caras para eu me rir. E depois… vestia o pijama. E os meus olhos fechavam-se. E o silêncio e o escuro abraçavam-me. E eu, completamente inocente, adormecia. E o vazio instala-se. E rodeava-me… Mas eu quebrava tudo. Tinha pesadelos, e ia dormir para o teu lado. Pesadelos que te contava mais tarde. Coisas sem sentido… mas que tu ouvias sempre. E depois até achavas piada, até gostavas de ouvir. Achavas, divertido. Mas nem sabes o medo que eu tinha… Agora o que são pesadelos? São sangue. Sempre que tento adormecer penso em coisas macabras e mórbidas antes… e fico com medo de adormecer. Porque não estás lá… Mas agora estás, e não vou desistir da minha missão. Ter-te de volta!


Dedicado ao meu pai, adoro-te muito!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Não te quero esquecer...

O sangue que suja as minhas mãos. É o teu. Pelo menos tento fingir que é. Porque a dor, sou eu que sinto. E quando olho de verdade. Vejo o mar vermelho que saiu de mim. Do meu interior. Do interior do vazio que deixaste. E eu não queria. Estava com inveja. E estava a tentar com que tudo se endireita-se. Mas fiz tudo mal. E correu tudo mal. E ficou tudo como não devia estar. Tu partiste. E o meu coração continua a sangrar o que eu sentia por ti. Porque o que eu devia sentir por ti não estava certo. Porque tu não mereces. Porque eu não mereço. Começo a ficar fraca. Preciso que voltes. Não quero morrer assim. Deixo de ouvir. Só os teus gritos silenciosos na minha cabeça. O que queres? Pára de gritar. Eu não tive culpa. Quero que voltes. Quero voltar a ouvir. Quero voltar a respirar. Porque o ar se torna tão pesado á medida que ficas mais longe. Eu quero mais. Mais da tua presença. E quando me deste o que eu queria, eu afastei-te. E continuei a fazê-lo. Porque eu queria esquecer tudo. Tudo o que senti por ti. Porque eu não queria ser como as outras. Mas… eu não negava que não gostava de ti. E sei que te tratei mal. E agi muito mal. Mas eu não tive culpa. Eu não sabia. Não sabia que ias partir. E agora que todo o meu sangue se está a espalhar pelo chão… o que devo fazer? Continuar á procura de ti? Não. Vou esquecer-te. E nunca mais pensar em ti. Porque tu deves estar a fazer da tua vida aquilo o que queres. E eu continuo a pensar que podíamos estar juntos. Porque sou tão superficial quanto isso. Porque não penso nos outros. E apenas digo que quero. E quando o meu coração voltar a preencher-se… Eu não te vou querer. Porque eu continuo a ter amigos. E não preciso de alguém para amar. E não preciso de ti nunca mais. E continuo a pedir ajuda. E vou continuar a esperar. Para que todo o sangue perdido em batalha com os sentimentos, volte. Volte para mim. Para eu poder relembrar-te. Porque a verdade… é que eu não te quero esquecer. Mas sinto-me obrigada a fazê-lo. Para meu bem. Para o teu bem. Para não ter de sofrer quando não pensas como eu. Porque tu achas que não precisamos de estar juntos. E não preciso de largar a tua mão. Mas… Enquanto pairamos no escuro… Não há fundo. O que acontece se eu largar? E tu sorris e fico eu sozinha. Mas desta vez a cair. Porque não tenho a tua mão para me agarrar. E quando bater no fundo. Vou parar de sangrar. E vou cair no esquecimento. E esquecer tudo o que passámos. E tudo o que vimos e não vimos. E de tudo do que nos culpámos. E eu receio. O que possa acontecer. O que vai acontecer? Quando o vazio acabar eu conto-te.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os Olhos Que Fazem Falta

Sempre que olho nos teus olhos… Tu sorris. Mas… será esse o sentimento que queres demonstrar? Deixa-me perguntar. Deixa-me saber se és feliz. Deixa-me mergulhar dentro dos teus olhos. Deixa-me ver o está por trás deles. Desvendar a tristeza que não queres mostrar. A dor que se espeta no teu coração com uma lança. Perceber o que sentes. Saber o que escondes atrás dos teus olhos quando sorris. Porque continuas a sorrir? Os teus olhos mostram dor, sofrimento, agonia, tristeza. Porque mentes? Como consegues mentir com um sorriso? Quando eu desaparecer… sorris? Quando o Sol se apagar… sorris? Quando tudo acabar… vais sorrir? Vais esconder os sentimentos? Vais mentir a ti mesmo? Quando o teu sonho acabar… vais sorrir? Pára de sorrir. Não mintas. Não escondas. Sorri. Quando tudo acabar. Quando tudo não estiver. Certo. Sorri. E esconde a saudade. Esconde a melancolia. Esconde o sofrimento e a agonia. O ar que te falta. Finge que não sabes. O mundo vai acabar. Finge. Finge que nunca sentiste saudade. Saudade da única pessoa que não amavas. Eu. E num sopro. A minha saudade voa. Voa para ti. Não tenhas medo. É só um beijo. O beijo que nunca obtive. Um primeiro e último beijo. Num sopro. Num beijo. Em silêncio. E o vento leva-me a ti. E o sopro torna-se eu. E o beijo quebra-se. E o silêncio parte-se. E tudo volta a ser como era. E agora? Sorris. E quando vais… A saudade volta. E os meus olhos tornam-se vazios. Sem sentido. Sem cor. Sem luz. E dizem mentiras. Mentiras que ocultam a verdade. E apagam tudo o resto. E eu habituo-me. E nunca mais consigo dizer a verdade. E assim o que sinto por ti torna-se uma mentira. Uma desculpa. Porque já não interessa. E tu não podes ouvir o que sinto. Ou ver o que sinto. Desculpa-me. Deves estar tão farto de pensar no que te disseram. A não ser que já tenhas esquecido. E prosseguido a tua vida. Mas eu não. Eu continuo a culpar-me do que eu não tive coragem para dizer. E que outra pessoa qualquer disse. Mas tu não sentiste. Querias ouvir pela minha boca? Eu tentei falar contigo… Mas tu não respondias. Por isso desisti… E deixei que outras pessoas dissessem o que eu sentia. Mas… não era a mesma coisa. E o sentimento espalha-se. Esse sentimento que eu queria partilhar só contigo. Agora está nas mãos doutra pessoa. Outra pessoa que o aproveite. Podes até ser tu. Mas… tu não o queres partilhar comigo. Queres partilhar com aquela rapariga. Aquela rapariga que é uma entre muitas outras. E eu sou só uma das outras. Tu não me vês. É como um véu invisível. Que me cobre. E cobre as lágrimas de sofrimento quando te vejo com ela. Porque o que conta não é quão bom tu és… mas sim quão bom tu queres ser. Por isso eu deixo de me importar. Uma vez chorei na escola. Chorei porque me pressionaram. E quando me acalmei o que fizeste? Riste de mim. Como os outros. Foi essa a única vez que me prestaste atenção? Eu já não sei… eu penso em ti tantas vezes… mas ainda me pergunto se te amo realmente. Porque tu nunca percebeste. E sempre andaste com outras. A minha vida parou. Quando desapareceste. Acordei. E não estavas. Não foste a primeira visão que eu tive. E por isso continuo á procura de inspiração para escrever mais. Para demonstrar o que escondi. O que quero que saibas agora. Agora que partiste. Quero que leias. Tudo o que escrevi. Larga a tua vida e volta para aqui. Para onde eu te preciso. No espaço vazio que deixaste no meu coração. Desiste dos teus planos e volta para mim. Porque eu preciso de ti agora. Agora. Agora ou nunca.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Tudo o nada.

O que sou eu sem ti?
Sou a noite sem Lua.
Sou o Inverno sem neve.
Sou o pesadelo sem sonho.
Sou dois sem um.
Sou a vida sem morte.
Sou o livro por abrir.
Sou a Luz sem brilho.
Sou a tristeza sem lágrimas.
Sou incapaz de viver.
Sou incapaz de ler.
De ler a tua mente.
De ler os teus olhos.
De ler todas as suas cores.
De distinguir um sorriso de uma dor oculta.
De distinguir a felicidade de lágrimas derramadas.
De distinguir a verdadeira amizade de inveja incontrolável.
Quem sou eu?
Quem sou eu sem ti?
Sou o último livro a ser lido.
Sou o pensamento esquecido.
Sou a luz perdida.
Sou a última a ser escolhida.
Quem serei?
Depois dos anos passarem… Quem serei eu?
Serei o esquecimento.
Serei a última gota de água.
A última vida.
A última a ser levada.
Não haverá escolhas.
A vida e a morte são coisas diferentes.
Como o fogo e a água.
O céu e a terra.
Como eu e tu.
Por isso serei…
A última gota de vida.
A última chama acesa.
Serei a última a ser esquecida.
Esquecida por ti.
Neste ciclo inacabado.
Nesta vida… Quem és tu?
Não és ninguém.
Não existes.
Nunca exististe.
Eras o nada.
Esse vazio… que eu amava.
Eras tudo…
Tudo o nada.
O vazio que faltava.

Bem me quer... Mal me quer...

Bem me quer… Mal me quer… Se me quiseres… Estarei á espera… Porque eu continuo aqui… Sozinha… Deixada pelas palavras frias… Que saíram da teu boca… Quando te despediste. Fiquei a pairar no vazio… Das palavras que me rodeavam. Não significavam nada. E lá estou eu. Ainda a cair. Á espera que tu me agarres. Com essa mão. Com que roubaste o meu coração. Passou pouco tempo. Mas chegou tão bem para eu perceber o que eras. És a única pessoa que me tratou de forma diferente. Como… se eu fosse… Uma coisa. Uma coisa que pudesses usar. Por isso, foge. Como sempre fazes. Foge das pessoas que gostam de ti. Não só de mim. Mas dos outros. Foge dos meus sentimentos. Como sempre os ignoraste. Já não deve ser difícil. E as palavras sem sentido. Extinguem-se. E fica só o vazio. E fico só eu. Mas… Pela primeira vez… Tudo se iluminou. O meu coração bate de novo. Onde quer que estejas. Ele está a palpitar na tua mão. E eu quero que encostes o teu ouvido ao seu lado. E ouças a minha voz. Tenho tantas coisas para te dizer… E como é que alguma vez poderei dizê-las? Se tu nunca voltarás. Se tudo se perder. Se os teus olhos se tornarem negros. Mas isto é só o que pode acontecer… Antes de eu te dizer… Tudo. Tudo. Como os teus olhos brilham nas tardes que passámos juntos. Como o céu fica mais azul na tua presença. Como as tuas palavras me deixam disfuncional… Explica-me, … Porque é que eu te escolhi a ti? Sabia que iria sofrer a seguir. Mas não apaguei o pensamento de querer estar contigo. Por isso, ouve o meu coração. E volta. Volta para onde pertences. E se tiveres dúvidas… Então nem te preocupes a voltar. Porque são as tuas dúvidas que me aterrorizam. Tens dúvidas em tudo. Tens dúvidas se eu te amo de verdade. Infelizmente não consegues ver isso. Infelizmente não consegues perceber isso. Infelizmente. A tua existência é infeliz. És infeliz? Pensas que és infeliz? Tu não. Mas as pessoas que gostavam de ti. Essas infelizmente, serão infelizes. Infelizes sem a tua presença. Ao contrário de mim. De mim, que é melhor estares afastado. Ao mesmo tempo… Tenho saudades. Se ainda seguras o meu coração… Espero que ouças tudo o que digo. Porque… Na verdade… O teu ódio não o pode calar. Como fizeste sempre comigo. Por isso agora ouve os meus sentimentos. E os teus. Que nunca se mostraram. E ficaram sempre ocultados por causa do ódio. Por isso, acorda. E voa pela tua janela. Com as asas de dor e saudade que eu deixei cair das minhas costas quando partiste. Voa com elas. Volta para aqui. As lágrimas que eu derramei na tua ausência dão-te forças para continuares a voar. Motivam-te. E vences a névoa que cobria a cidade. Volta. A tempestade está a caminho. As tuas asas ficam fracas. E tu cais. E toda a dor se espalha por o teu corpo. Frio. O caminho ilumina-se com a saudade. E tu rastejas. No chão molhado pela chuva. E quando finalmente encontras a cidade… Tudo estava despedaçado… E o meu coração parou de bater no teu bolso. A esperança tinha morrido. Mas tu continuavas lá. E as lágrimas que caíram dos teus olhos, formaram um novo céu… Uma nova cidade… Um novo mundo. E a cor das lágrimas torna-se a cor do meu coração. E assim desaparece. E os teus olhos perdem a luz. Assim o céu se cobriu de cinzento. Mas o teu corpo continuava quente. Ainda tinha cor. Ainda estava vivo. Mas ninguém queria saber. Era tarde. Tarde demais. Tinhas partido. Esquecido. E eu tinha desaparecido. Lembrado. E ficas sozinho. Sozinho… no vazio.

What you call love

Our encounter comes like a storm
Changing my heart
If we’re together,
I’m not afraid of anything
Even the end of the world

We’re able to understand each other
And to share with each other
Like bubbles

Obscured by the sands of time
Unable to hold on
I gave up ‘till saw you again, asking
“How much pain…
Have you been carrying all alone?
And how much loneliness…
Is hidden behind your eyes when you smile?”

Embrace this miracle of an encounter
Now by gazing upon each other we can become stronger
And if this isn’t what you call love then,
What is it you call love now?

Embrace this miracle of an encounter
Now by gazing each other we can become stronger
And if this isn’t what you call love then,
What is it you call love now?





((Isto não me pertence, é a tradução duma música linda que me faz chorar sempre que a ouço))
Hetalia U (c) Axis Powers

O que é?

O que é? O que é… o quê? O que é o peso no lado esquerdo do meu peito? Isso é o coração? Porque palpita? Porque está vivo? Diz-me porquê. Diz-me porque é que eu te amo. Diz-me porque é que tens de ser tu. Tu. Tu que sempre foste como os outros? Porquê tu? Tu. As tuas mãos deslizam no meu cabelo áspero… Porque causas este sentimento em mim? A tua voz ecoa nos meus ouvidos. Diz-me porquê. Enfeitiçaste-me. Prendeste-me na voz doce que era uma armadilha. Diz-me. Porque fazes isto? Se sentir o oposto a ti… O que me fazes? O que fazes com o meu corpo? Porque é que a tua voz me excita tanto? Porque sinto mais calor quando estás perto? Porque é que causas este sentimento? As tuas mãos soltaram o meu cabelo. Agarra-o outra vez. Deixa-me sentir o teu amor. Vais embora? Vais aonde? E porque queres ir? Responde. Responde. Não respondes ao meu amor. Não respondes ao meu sentimento. Não me respondes. Ficas no silêncio. Mas… Sinto-me bem na mesma. Sinto o calor da tua voz. Sinto o teu corpo. E o meu. E o nosso. Junto. Unido por um fio. Uma corda. Um cabo. Não consigo afastar-me. Quero sentir-me assim para sempre. Vais aonde? Fica. Para sempre. Como um só. Fica. Vai. Se fores vais para longe? Vais aonde? Vai. As tuas mãos estão frias. Estão frias como a chuva. As lágrimas do céu. A melancolia de povo. As caras pálidas. A chuva mata tudo de novo. Vai aonde? Para longe? De o quê? De mim? Porquê? Serão muitas perguntas? Fica. Vai. Deixa-me. Porque não consigo gritar? O quê? Gritar. Gritar porque as tuas mãos trespassaram o meu coração ainda quente. E assim ficou frio. Frio como a neve. A neve que é água. A água que é chuva. As lágrimas do céu. Diz-me porquê? Porque é que já não sinto o palpitar? O quê? O palpitar do coração? Então já foste embora. Deixa-me sentir o teu calor mais uma vez. Os teus lábios indesejados nos meus. Deixa-me ouvir. Ouvir a tua voz doce. Uma voz. Não é a tua. A tua voz. Eu preciso de ouvir uma única voz. A tua. Leva-me contigo. Leva o teu toque. A tua voz. Leva tudo de mim.

Diz-me

Não sei o que sentir neste momento. Eu estou muito feliz que tenhas partido. Acho que tu também. Mas… O que hei de sentir agora? Ódio é um desperdício. Por isso… aceito? Aceito as circunstâncias de te terem levado de mim? Porque faria tal coisa? Talvez seja a tua vontade. Mas eu quero fazer parte da tua vida. Quero ser como aquela rapariga que estavas a abraçar no outro dia. Mas… Já não há esperança. Nem para mim… Nem para ninguém. Já levaste a tua cobardia contigo, naquela manhã. Naquela manhã em que eu acordei… E não respirava. Porque todo o ar que me deixaras tinha desaparecido. E notei que tinhas partido. E completamente cega pelo o amor vejo o verde dos teus olhos que começaram a esbater para negro. E percebi que tinhas esquecido. De mim. De todos. De ti. E a terra tinha morrido. Como eu vivo sem ti? Quero te de volta onde pertences. Por isso desaparece, e não fales para mim. Porque se assim for, serei a próxima vítima. A próxima vítima que já fui. E serei obrigada a abandonar a minha vida para estar contigo. Por isso… Desaparece… Volta para mim… Esquece que existo. E esquece também as pessoas que se importavam contigo. Porque eu te amo. E não quero sofrer por isso. E se esqueceres o amor, e caíres na desgraça… Eu agarrarei a tua mão… E cairei contigo. Finalmente estarei dentro de ti. E perceberei o que sentes… Mas se tu achares que o que eu sinto não é amor… Pois bem… Cai tu sozinho. Não te convenças de que eu me importo contigo. Viveremos separados pelo rio de agonia, desespero e ódio. Para sempre. No coração de cada um. A vida é incrível… Pensar que alguém como tu poderá alguma vez sentir-se como eu. Pois então, atreve-te a saltar para o rio. Salva-me. Leva-me. Leva-me contigo. Para o teu lado. Estica o teu braço. Puxa a minha mão. Deixa a corrente do rio levar-nos. Levar-nos para longe. Para longe de todos. De todos e tudo. Para longe do mundo. Deixa-o levar-me. Levar-te. Para longe do meu coração. Porque serei a próxima vítima. Não posso fugir. Leva-me contigo. Quero ser a próxima. O desespero dos teus olhos começa a afectar o meu sentido. O sentido da existência do meu ser. E o Sol apaga-se de novo. E o que sentir? Só tu me podes dizer.

Quando me deixas

Quando tu me deixas-te. Havia mágoa. Mas… Porquê desperdiçar o meu tempo contigo? Eu respondo. Porque te tornaste o meu pior pesadelo. Sempre que paro de pensar em ti, estou a pensar em ti. Sempre que olho o céu vejo o verde do fim da tarde que se parece com o dos teus olhos. O que faço? Estou á janela á espera do príncipe que me vem salvar. Mas… tu virás? Virás para me salvar do vil demónio que me mantém presa? Pois… tu não vens. Nunca virás. E eu esperei para sempre por ti. Mas… desiludiste-me. Não posso confiar em ti nunca mais. E as nuvens cobrem o céu. O céu que me assola todas as noites. O céu por cima de mim que irá a ser o meu fim. A minha morte. O meu amor. Levará tudo consigo. Menos uma pequena caixa dentro de mim. Essa caixa onde eu guardei o que me lembra dos bons momentos. Tu. Tu não vinhas. Pois eu já te possuía. O que fazer? Serei arrastada pelo céu. Consumida. E desaparecerei em frente dos teus olhos. O Sol será o meu sorriso. As nuvens a minha melancolia. E a chuva as minhas lágrimas. Por isso choverá para sempre. Assim virás? Não. Nunca virás. O céu por cima da tua cabeça será sempre o mesmo. E o ar deixará de existir. O ar que tanto precisas. Como eu preciso de ti. Mas… o teu sentimento não é igual. E viramos costas ao amor mais uma vez. Esquecemos. Lembramos. Desaparece. Apagou-se tua memória. Porém… da minha ainda não. E eu tento explicar. E chove. E tu não acreditas. E o vento torna-se a minha raiva. A raiva que te traz até mim. A raiva que será o fim. O fim do meu ódio. O início de alguma coisa. Alguma coisa. Uma coisa bonita. Que brilha dentro dos teus olhos. Mas… tu dizes-me que é só um sonho. E o que está por traz dos teus olhos, não é nada, mas simplesmente dor. Dor que eu sofri. E tu sentiste. A dor que me manteve afastada de ti. A dor que separa a vida da morte. A dor que me separa de ti. E se esconderes o sentimento… o que é que isso faz de ti? Um cobarde. Que não demonstra os sentimentos. E que os entorna para dentro de mim.
E que esquece o passado, por muito bom que seja. Pois eu digo-te. Nunca virei as costas ás pessoas que amo. Nunca virarei as costas ao tempo. Nunca. Nunca serei feliz. Serei feliz contigo? Só tu me podes dizer. Porque… tu és o que manda na tua vida. E assim sopra o vento. O vento da minha raiva. A raiva que te guia a mim.

Fico só,... Mais uma vez

O peso no meu peito, já não é o mesmo. Será pela mudança? Pelo o que te disse outro dia? Bem, sei que agora estou segura. Longe de ti é melhor. Não tenho de sofrer. Perto de ti. Vejo no meu espelho os teus olhos. E então desfaz-se em água. E as memórias perdem-se. Aquilo que mais amei, agora está perdido nas lágrimas do coração destroçado, que é o meu. Porque me abandonas-te? Não era intenção. Isso eu sei. Como consegues estar sempre a fugir? Esta pessoa aqui é que sofre. Nunca tu. Porque tu foges sempre. Para além do meu horizonte. Estou a sufocar no meu próprio ar. Quero respirar. Quero respirar outra vez o teu ar. Fica comigo. Juntos na noite. A olhar para o céu. A respirar o negro da noite. Não é o mesmo sem ti. Preciso de olhar nos teus olhos uma vez mais. As estrelas não são o mesmo. Ajuda-me… Estou a sufocar… mais uma vez. Pairar na agonia do sentimento. Acorda-me. Isto é pior que estar longe. Voar na alma penada do meu ser. Espera. Agora. Acorda. Cair nos cacos do espelho partido. Pára. Chegou o fim? Foi isto? Pairar. Porquê fugir? O negrume da noite começa a consumir-me. Voa. Foge. Não sintas a mesma dor. Não vale a pena desperdiçar a tua vida. Só me sobra a voz. Caí. Escorreguei da tua mão. Os cacos. Acordei. Mas… Viverei? Respiro. Mas já é difícil. Oiço a tua voz. Ainda. Tão fraca. O que dizes? Nem tu sabes dizer. As estrelas balançam o desespero que me condena. E eu vejo-te partir. Perdi o teu oxigénio. Já não há salvação. Foge. Escapas por entre os meus dedos já tão fracos. A lua já não te olha da mesma forma. Está mesmo bonita esta noite. Mas não a aprecio sem ti. Sentado. Comigo. Mãos unidas. Lábios selados. O negro da noite torna-se o azul da manhã e nestas horas. Desapareces. Só sobro eu.
Fico só… mais uma vez.

Sentimentos

Sei que não sou perfeita, e que as palavras não chegam para descrever o que sinto, mas na verdade tudo isto me está a pesar muito na minha mente, e eu por vezes quero chorar por ti, porque não estás lá ao meu lado, porque realmente nunca me senti assim antes. Mas despedaçaste-me o coração e agora… já não sei o que sentir. Estou triste, mas não é a mesma tristeza que senti antes. Agora é pior. Sabes… músicas fazem-me lembrar da tua cara, e logo estes pensamentos vêm á minha cabeça. É como um sonho. O sonho com que eu sempre desejei, mas há qualquer coisa que me diz que não é verdade, mesmo que seja. Eu sempre escondi os sentimentos, mas desta vez é quase impossível. Por isso quero que saibas que eu sempre te quis comigo. Se chorar tu não voltas, mas se sorrir também não. Por isso é o mesmo sentimento que permanece. Tu. Tu nunca me amas-te como eu te amei a ti… Se eu olhar para dentro de ti consigo ver falsidade, medo, arrogância… mas… a inocência da tua voz, é como se me renasce-se toda a minha mente. Mas se eu te disser qual é o efeito? Não há. O teu coração não percebe. Muito menos o meu. Porquê tu? Tu. Porque assim quis… Porque assim ele quis… Não sei controlar os sentimentos. As minhas desculpas. Mas que hei-de fazer? Tu. Tenho de estar contigo. Se não… O que sou eu? Eu sou tu. A tua mente. O que tu respiras. Ou pelo menos o que esperava que eu fosse… Mas tu não entendes. E eu sou como as outras. Mais uma que podes usar como o teu boneco. Mas se esse for o meu destino, então posso ser o boneco… Desde que me ames. Partilhar contigo o sentimento de esperança, felicidade, tristeza, saudade, dor. Se sentisses esta dor… conseguias viver? Se fores como eu então… nunca. Tu. Porque fazes isto? Foges do meu amor mesmo que ele te prenda, tu tens uma barreira de ódio em teu redor. O que faço? O tempo desliza pelos meus dedos estamos cada vez mais afastados. Não te consigo dizer. Qual seria o efeito? O que dirias? Dirias que me amavas. Que ias estar sempre lá quando eu precisa-se. Mas isso era o que eu te diria. Tu atacavas-me com o ódio que rodeia a tua cabeça. Mas… serás como eu digo que és? Não. Simplesmente desfazes o meu orgulho, mas mesmo assim… eu amo-te. Esperavas outra coisa de mim. Eu sei. Eu não sou a que desejas. Mas quis dizer tudo o que penso. Mas que te digo? Tu. Porque não te disse? Porque é que gosto de ti afinal? Porque tu me dizes o que quero ouvir. Então espero. E espero. E espero. Mas tu não chegas. Por isso sorrio. E choro. Porque na verdade… tu nunca irás voltar.


E é tudo o mesmo sentimento, afinal…

Quando estás longe...

Quando estás longe, quero-te bem perto de mim...
Quando estás perto, quero-te longe de mim...
Não sei se sou indecisa, ou, simplesmente sei que não há hipótese.

Tu sempre disseste que eu era tudo
E disseste sempre tudo o que eu queria ouvir
mas isso sempre foi mentira... certo?
Era a tua forma de te divertires.


Já estás satisfeito? Com o tempo que gastei contigo?
A fazer-me de parva o tempo todo?
Já?
Bem se já... então ouve... Uma única vez...
E só desta vez...
Amo-te.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Introdução

Isto é só uma pequena introdução do que eu vou fazer...
Como um rapaz de quem eu gostei foi embora, para fora da cidade, eu começei a exprimir os meus sentimentos no Word. E acho que lhe ganhei algum jeito, apesar de alguns serem sobre a mesma ideia.
Eu espero que gostem, e espero algum dia ter algum futuro relacionado com isto.

Se lerem, eu gostava que comentassem a dizer opiniões, ou mesmo até ideias, frases bonitas que vieram no momento á vossa cabeça enquanto liam.
Caso não conseguirem comentar, podem enviar as vossas ideias.
((nezitaa_emo@hotmail.com))

A partir daqui estam por vossa conta.