quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Os Olhos Que Fazem Falta
Sempre que olho nos teus olhos… Tu sorris. Mas… será esse o sentimento que queres demonstrar? Deixa-me perguntar. Deixa-me saber se és feliz. Deixa-me mergulhar dentro dos teus olhos. Deixa-me ver o está por trás deles. Desvendar a tristeza que não queres mostrar. A dor que se espeta no teu coração com uma lança. Perceber o que sentes. Saber o que escondes atrás dos teus olhos quando sorris. Porque continuas a sorrir? Os teus olhos mostram dor, sofrimento, agonia, tristeza. Porque mentes? Como consegues mentir com um sorriso? Quando eu desaparecer… sorris? Quando o Sol se apagar… sorris? Quando tudo acabar… vais sorrir? Vais esconder os sentimentos? Vais mentir a ti mesmo? Quando o teu sonho acabar… vais sorrir? Pára de sorrir. Não mintas. Não escondas. Sorri. Quando tudo acabar. Quando tudo não estiver. Certo. Sorri. E esconde a saudade. Esconde a melancolia. Esconde o sofrimento e a agonia. O ar que te falta. Finge que não sabes. O mundo vai acabar. Finge. Finge que nunca sentiste saudade. Saudade da única pessoa que não amavas. Eu. E num sopro. A minha saudade voa. Voa para ti. Não tenhas medo. É só um beijo. O beijo que nunca obtive. Um primeiro e último beijo. Num sopro. Num beijo. Em silêncio. E o vento leva-me a ti. E o sopro torna-se eu. E o beijo quebra-se. E o silêncio parte-se. E tudo volta a ser como era. E agora? Sorris. E quando vais… A saudade volta. E os meus olhos tornam-se vazios. Sem sentido. Sem cor. Sem luz. E dizem mentiras. Mentiras que ocultam a verdade. E apagam tudo o resto. E eu habituo-me. E nunca mais consigo dizer a verdade. E assim o que sinto por ti torna-se uma mentira. Uma desculpa. Porque já não interessa. E tu não podes ouvir o que sinto. Ou ver o que sinto. Desculpa-me. Deves estar tão farto de pensar no que te disseram. A não ser que já tenhas esquecido. E prosseguido a tua vida. Mas eu não. Eu continuo a culpar-me do que eu não tive coragem para dizer. E que outra pessoa qualquer disse. Mas tu não sentiste. Querias ouvir pela minha boca? Eu tentei falar contigo… Mas tu não respondias. Por isso desisti… E deixei que outras pessoas dissessem o que eu sentia. Mas… não era a mesma coisa. E o sentimento espalha-se. Esse sentimento que eu queria partilhar só contigo. Agora está nas mãos doutra pessoa. Outra pessoa que o aproveite. Podes até ser tu. Mas… tu não o queres partilhar comigo. Queres partilhar com aquela rapariga. Aquela rapariga que é uma entre muitas outras. E eu sou só uma das outras. Tu não me vês. É como um véu invisível. Que me cobre. E cobre as lágrimas de sofrimento quando te vejo com ela. Porque o que conta não é quão bom tu és… mas sim quão bom tu queres ser. Por isso eu deixo de me importar. Uma vez chorei na escola. Chorei porque me pressionaram. E quando me acalmei o que fizeste? Riste de mim. Como os outros. Foi essa a única vez que me prestaste atenção? Eu já não sei… eu penso em ti tantas vezes… mas ainda me pergunto se te amo realmente. Porque tu nunca percebeste. E sempre andaste com outras. A minha vida parou. Quando desapareceste. Acordei. E não estavas. Não foste a primeira visão que eu tive. E por isso continuo á procura de inspiração para escrever mais. Para demonstrar o que escondi. O que quero que saibas agora. Agora que partiste. Quero que leias. Tudo o que escrevi. Larga a tua vida e volta para aqui. Para onde eu te preciso. No espaço vazio que deixaste no meu coração. Desiste dos teus planos e volta para mim. Porque eu preciso de ti agora. Agora. Agora ou nunca.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Tudo o nada.
O que sou eu sem ti?
Sou a noite sem Lua.
Sou o Inverno sem neve.
Sou o pesadelo sem sonho.
Sou dois sem um.
Sou a vida sem morte.
Sou o livro por abrir.
Sou a Luz sem brilho.
Sou a tristeza sem lágrimas.
Sou incapaz de viver.
Sou incapaz de ler.
De ler a tua mente.
De ler os teus olhos.
De ler todas as suas cores.
De distinguir um sorriso de uma dor oculta.
De distinguir a felicidade de lágrimas derramadas.
De distinguir a verdadeira amizade de inveja incontrolável.
Quem sou eu?
Quem sou eu sem ti?
Sou o último livro a ser lido.
Sou o pensamento esquecido.
Sou a luz perdida.
Sou a última a ser escolhida.
Quem serei?
Depois dos anos passarem… Quem serei eu?
Serei o esquecimento.
Serei a última gota de água.
A última vida.
A última a ser levada.
Não haverá escolhas.
A vida e a morte são coisas diferentes.
Como o fogo e a água.
O céu e a terra.
Como eu e tu.
Por isso serei…
A última gota de vida.
A última chama acesa.
Serei a última a ser esquecida.
Esquecida por ti.
Neste ciclo inacabado.
Nesta vida… Quem és tu?
Não és ninguém.
Não existes.
Nunca exististe.
Eras o nada.
Esse vazio… que eu amava.
Eras tudo…
Tudo o nada.
O vazio que faltava.
Sou a noite sem Lua.
Sou o Inverno sem neve.
Sou o pesadelo sem sonho.
Sou dois sem um.
Sou a vida sem morte.
Sou o livro por abrir.
Sou a Luz sem brilho.
Sou a tristeza sem lágrimas.
Sou incapaz de viver.
Sou incapaz de ler.
De ler a tua mente.
De ler os teus olhos.
De ler todas as suas cores.
De distinguir um sorriso de uma dor oculta.
De distinguir a felicidade de lágrimas derramadas.
De distinguir a verdadeira amizade de inveja incontrolável.
Quem sou eu?
Quem sou eu sem ti?
Sou o último livro a ser lido.
Sou o pensamento esquecido.
Sou a luz perdida.
Sou a última a ser escolhida.
Quem serei?
Depois dos anos passarem… Quem serei eu?
Serei o esquecimento.
Serei a última gota de água.
A última vida.
A última a ser levada.
Não haverá escolhas.
A vida e a morte são coisas diferentes.
Como o fogo e a água.
O céu e a terra.
Como eu e tu.
Por isso serei…
A última gota de vida.
A última chama acesa.
Serei a última a ser esquecida.
Esquecida por ti.
Neste ciclo inacabado.
Nesta vida… Quem és tu?
Não és ninguém.
Não existes.
Nunca exististe.
Eras o nada.
Esse vazio… que eu amava.
Eras tudo…
Tudo o nada.
O vazio que faltava.
Bem me quer... Mal me quer...
Bem me quer… Mal me quer… Se me quiseres… Estarei á espera… Porque eu continuo aqui… Sozinha… Deixada pelas palavras frias… Que saíram da teu boca… Quando te despediste. Fiquei a pairar no vazio… Das palavras que me rodeavam. Não significavam nada. E lá estou eu. Ainda a cair. Á espera que tu me agarres. Com essa mão. Com que roubaste o meu coração. Passou pouco tempo. Mas chegou tão bem para eu perceber o que eras. És a única pessoa que me tratou de forma diferente. Como… se eu fosse… Uma coisa. Uma coisa que pudesses usar. Por isso, foge. Como sempre fazes. Foge das pessoas que gostam de ti. Não só de mim. Mas dos outros. Foge dos meus sentimentos. Como sempre os ignoraste. Já não deve ser difícil. E as palavras sem sentido. Extinguem-se. E fica só o vazio. E fico só eu. Mas… Pela primeira vez… Tudo se iluminou. O meu coração bate de novo. Onde quer que estejas. Ele está a palpitar na tua mão. E eu quero que encostes o teu ouvido ao seu lado. E ouças a minha voz. Tenho tantas coisas para te dizer… E como é que alguma vez poderei dizê-las? Se tu nunca voltarás. Se tudo se perder. Se os teus olhos se tornarem negros. Mas isto é só o que pode acontecer… Antes de eu te dizer… Tudo. Tudo. Como os teus olhos brilham nas tardes que passámos juntos. Como o céu fica mais azul na tua presença. Como as tuas palavras me deixam disfuncional… Explica-me, … Porque é que eu te escolhi a ti? Sabia que iria sofrer a seguir. Mas não apaguei o pensamento de querer estar contigo. Por isso, ouve o meu coração. E volta. Volta para onde pertences. E se tiveres dúvidas… Então nem te preocupes a voltar. Porque são as tuas dúvidas que me aterrorizam. Tens dúvidas em tudo. Tens dúvidas se eu te amo de verdade. Infelizmente não consegues ver isso. Infelizmente não consegues perceber isso. Infelizmente. A tua existência é infeliz. És infeliz? Pensas que és infeliz? Tu não. Mas as pessoas que gostavam de ti. Essas infelizmente, serão infelizes. Infelizes sem a tua presença. Ao contrário de mim. De mim, que é melhor estares afastado. Ao mesmo tempo… Tenho saudades. Se ainda seguras o meu coração… Espero que ouças tudo o que digo. Porque… Na verdade… O teu ódio não o pode calar. Como fizeste sempre comigo. Por isso agora ouve os meus sentimentos. E os teus. Que nunca se mostraram. E ficaram sempre ocultados por causa do ódio. Por isso, acorda. E voa pela tua janela. Com as asas de dor e saudade que eu deixei cair das minhas costas quando partiste. Voa com elas. Volta para aqui. As lágrimas que eu derramei na tua ausência dão-te forças para continuares a voar. Motivam-te. E vences a névoa que cobria a cidade. Volta. A tempestade está a caminho. As tuas asas ficam fracas. E tu cais. E toda a dor se espalha por o teu corpo. Frio. O caminho ilumina-se com a saudade. E tu rastejas. No chão molhado pela chuva. E quando finalmente encontras a cidade… Tudo estava despedaçado… E o meu coração parou de bater no teu bolso. A esperança tinha morrido. Mas tu continuavas lá. E as lágrimas que caíram dos teus olhos, formaram um novo céu… Uma nova cidade… Um novo mundo. E a cor das lágrimas torna-se a cor do meu coração. E assim desaparece. E os teus olhos perdem a luz. Assim o céu se cobriu de cinzento. Mas o teu corpo continuava quente. Ainda tinha cor. Ainda estava vivo. Mas ninguém queria saber. Era tarde. Tarde demais. Tinhas partido. Esquecido. E eu tinha desaparecido. Lembrado. E ficas sozinho. Sozinho… no vazio.
What you call love
Our encounter comes like a storm
Changing my heart
If we’re together,
I’m not afraid of anything
Even the end of the world
We’re able to understand each other
And to share with each other
Like bubbles
Obscured by the sands of time
Unable to hold on
I gave up ‘till saw you again, asking
“How much pain…
Have you been carrying all alone?
And how much loneliness…
Is hidden behind your eyes when you smile?”
Embrace this miracle of an encounter
Now by gazing upon each other we can become stronger
And if this isn’t what you call love then,
What is it you call love now?
Embrace this miracle of an encounter
Now by gazing each other we can become stronger
And if this isn’t what you call love then,
What is it you call love now?
…
((Isto não me pertence, é a tradução duma música linda que me faz chorar sempre que a ouço))
Hetalia U (c) Axis Powers
Changing my heart
If we’re together,
I’m not afraid of anything
Even the end of the world
We’re able to understand each other
And to share with each other
Like bubbles
Obscured by the sands of time
Unable to hold on
I gave up ‘till saw you again, asking
“How much pain…
Have you been carrying all alone?
And how much loneliness…
Is hidden behind your eyes when you smile?”
Embrace this miracle of an encounter
Now by gazing upon each other we can become stronger
And if this isn’t what you call love then,
What is it you call love now?
Embrace this miracle of an encounter
Now by gazing each other we can become stronger
And if this isn’t what you call love then,
What is it you call love now?
…
((Isto não me pertence, é a tradução duma música linda que me faz chorar sempre que a ouço))
Hetalia U (c) Axis Powers
O que é?
O que é? O que é… o quê? O que é o peso no lado esquerdo do meu peito? Isso é o coração? Porque palpita? Porque está vivo? Diz-me porquê. Diz-me porque é que eu te amo. Diz-me porque é que tens de ser tu. Tu. Tu que sempre foste como os outros? Porquê tu? Tu. As tuas mãos deslizam no meu cabelo áspero… Porque causas este sentimento em mim? A tua voz ecoa nos meus ouvidos. Diz-me porquê. Enfeitiçaste-me. Prendeste-me na voz doce que era uma armadilha. Diz-me. Porque fazes isto? Se sentir o oposto a ti… O que me fazes? O que fazes com o meu corpo? Porque é que a tua voz me excita tanto? Porque sinto mais calor quando estás perto? Porque é que causas este sentimento? As tuas mãos soltaram o meu cabelo. Agarra-o outra vez. Deixa-me sentir o teu amor. Vais embora? Vais aonde? E porque queres ir? Responde. Responde. Não respondes ao meu amor. Não respondes ao meu sentimento. Não me respondes. Ficas no silêncio. Mas… Sinto-me bem na mesma. Sinto o calor da tua voz. Sinto o teu corpo. E o meu. E o nosso. Junto. Unido por um fio. Uma corda. Um cabo. Não consigo afastar-me. Quero sentir-me assim para sempre. Vais aonde? Fica. Para sempre. Como um só. Fica. Vai. Se fores vais para longe? Vais aonde? Vai. As tuas mãos estão frias. Estão frias como a chuva. As lágrimas do céu. A melancolia de povo. As caras pálidas. A chuva mata tudo de novo. Vai aonde? Para longe? De o quê? De mim? Porquê? Serão muitas perguntas? Fica. Vai. Deixa-me. Porque não consigo gritar? O quê? Gritar. Gritar porque as tuas mãos trespassaram o meu coração ainda quente. E assim ficou frio. Frio como a neve. A neve que é água. A água que é chuva. As lágrimas do céu. Diz-me porquê? Porque é que já não sinto o palpitar? O quê? O palpitar do coração? Então já foste embora. Deixa-me sentir o teu calor mais uma vez. Os teus lábios indesejados nos meus. Deixa-me ouvir. Ouvir a tua voz doce. Uma voz. Não é a tua. A tua voz. Eu preciso de ouvir uma única voz. A tua. Leva-me contigo. Leva o teu toque. A tua voz. Leva tudo de mim.
Diz-me
Não sei o que sentir neste momento. Eu estou muito feliz que tenhas partido. Acho que tu também. Mas… O que hei de sentir agora? Ódio é um desperdício. Por isso… aceito? Aceito as circunstâncias de te terem levado de mim? Porque faria tal coisa? Talvez seja a tua vontade. Mas eu quero fazer parte da tua vida. Quero ser como aquela rapariga que estavas a abraçar no outro dia. Mas… Já não há esperança. Nem para mim… Nem para ninguém. Já levaste a tua cobardia contigo, naquela manhã. Naquela manhã em que eu acordei… E não respirava. Porque todo o ar que me deixaras tinha desaparecido. E notei que tinhas partido. E completamente cega pelo o amor vejo o verde dos teus olhos que começaram a esbater para negro. E percebi que tinhas esquecido. De mim. De todos. De ti. E a terra tinha morrido. Como eu vivo sem ti? Quero te de volta onde pertences. Por isso desaparece, e não fales para mim. Porque se assim for, serei a próxima vítima. A próxima vítima que já fui. E serei obrigada a abandonar a minha vida para estar contigo. Por isso… Desaparece… Volta para mim… Esquece que existo. E esquece também as pessoas que se importavam contigo. Porque eu te amo. E não quero sofrer por isso. E se esqueceres o amor, e caíres na desgraça… Eu agarrarei a tua mão… E cairei contigo. Finalmente estarei dentro de ti. E perceberei o que sentes… Mas se tu achares que o que eu sinto não é amor… Pois bem… Cai tu sozinho. Não te convenças de que eu me importo contigo. Viveremos separados pelo rio de agonia, desespero e ódio. Para sempre. No coração de cada um. A vida é incrível… Pensar que alguém como tu poderá alguma vez sentir-se como eu. Pois então, atreve-te a saltar para o rio. Salva-me. Leva-me. Leva-me contigo. Para o teu lado. Estica o teu braço. Puxa a minha mão. Deixa a corrente do rio levar-nos. Levar-nos para longe. Para longe de todos. De todos e tudo. Para longe do mundo. Deixa-o levar-me. Levar-te. Para longe do meu coração. Porque serei a próxima vítima. Não posso fugir. Leva-me contigo. Quero ser a próxima. O desespero dos teus olhos começa a afectar o meu sentido. O sentido da existência do meu ser. E o Sol apaga-se de novo. E o que sentir? Só tu me podes dizer.
Quando me deixas
Quando tu me deixas-te. Havia mágoa. Mas… Porquê desperdiçar o meu tempo contigo? Eu respondo. Porque te tornaste o meu pior pesadelo. Sempre que paro de pensar em ti, estou a pensar em ti. Sempre que olho o céu vejo o verde do fim da tarde que se parece com o dos teus olhos. O que faço? Estou á janela á espera do príncipe que me vem salvar. Mas… tu virás? Virás para me salvar do vil demónio que me mantém presa? Pois… tu não vens. Nunca virás. E eu esperei para sempre por ti. Mas… desiludiste-me. Não posso confiar em ti nunca mais. E as nuvens cobrem o céu. O céu que me assola todas as noites. O céu por cima de mim que irá a ser o meu fim. A minha morte. O meu amor. Levará tudo consigo. Menos uma pequena caixa dentro de mim. Essa caixa onde eu guardei o que me lembra dos bons momentos. Tu. Tu não vinhas. Pois eu já te possuía. O que fazer? Serei arrastada pelo céu. Consumida. E desaparecerei em frente dos teus olhos. O Sol será o meu sorriso. As nuvens a minha melancolia. E a chuva as minhas lágrimas. Por isso choverá para sempre. Assim virás? Não. Nunca virás. O céu por cima da tua cabeça será sempre o mesmo. E o ar deixará de existir. O ar que tanto precisas. Como eu preciso de ti. Mas… o teu sentimento não é igual. E viramos costas ao amor mais uma vez. Esquecemos. Lembramos. Desaparece. Apagou-se tua memória. Porém… da minha ainda não. E eu tento explicar. E chove. E tu não acreditas. E o vento torna-se a minha raiva. A raiva que te traz até mim. A raiva que será o fim. O fim do meu ódio. O início de alguma coisa. Alguma coisa. Uma coisa bonita. Que brilha dentro dos teus olhos. Mas… tu dizes-me que é só um sonho. E o que está por traz dos teus olhos, não é nada, mas simplesmente dor. Dor que eu sofri. E tu sentiste. A dor que me manteve afastada de ti. A dor que separa a vida da morte. A dor que me separa de ti. E se esconderes o sentimento… o que é que isso faz de ti? Um cobarde. Que não demonstra os sentimentos. E que os entorna para dentro de mim.
E que esquece o passado, por muito bom que seja. Pois eu digo-te. Nunca virei as costas ás pessoas que amo. Nunca virarei as costas ao tempo. Nunca. Nunca serei feliz. Serei feliz contigo? Só tu me podes dizer. Porque… tu és o que manda na tua vida. E assim sopra o vento. O vento da minha raiva. A raiva que te guia a mim.
E que esquece o passado, por muito bom que seja. Pois eu digo-te. Nunca virei as costas ás pessoas que amo. Nunca virarei as costas ao tempo. Nunca. Nunca serei feliz. Serei feliz contigo? Só tu me podes dizer. Porque… tu és o que manda na tua vida. E assim sopra o vento. O vento da minha raiva. A raiva que te guia a mim.
Fico só,... Mais uma vez
O peso no meu peito, já não é o mesmo. Será pela mudança? Pelo o que te disse outro dia? Bem, sei que agora estou segura. Longe de ti é melhor. Não tenho de sofrer. Perto de ti. Vejo no meu espelho os teus olhos. E então desfaz-se em água. E as memórias perdem-se. Aquilo que mais amei, agora está perdido nas lágrimas do coração destroçado, que é o meu. Porque me abandonas-te? Não era intenção. Isso eu sei. Como consegues estar sempre a fugir? Esta pessoa aqui é que sofre. Nunca tu. Porque tu foges sempre. Para além do meu horizonte. Estou a sufocar no meu próprio ar. Quero respirar. Quero respirar outra vez o teu ar. Fica comigo. Juntos na noite. A olhar para o céu. A respirar o negro da noite. Não é o mesmo sem ti. Preciso de olhar nos teus olhos uma vez mais. As estrelas não são o mesmo. Ajuda-me… Estou a sufocar… mais uma vez. Pairar na agonia do sentimento. Acorda-me. Isto é pior que estar longe. Voar na alma penada do meu ser. Espera. Agora. Acorda. Cair nos cacos do espelho partido. Pára. Chegou o fim? Foi isto? Pairar. Porquê fugir? O negrume da noite começa a consumir-me. Voa. Foge. Não sintas a mesma dor. Não vale a pena desperdiçar a tua vida. Só me sobra a voz. Caí. Escorreguei da tua mão. Os cacos. Acordei. Mas… Viverei? Respiro. Mas já é difícil. Oiço a tua voz. Ainda. Tão fraca. O que dizes? Nem tu sabes dizer. As estrelas balançam o desespero que me condena. E eu vejo-te partir. Perdi o teu oxigénio. Já não há salvação. Foge. Escapas por entre os meus dedos já tão fracos. A lua já não te olha da mesma forma. Está mesmo bonita esta noite. Mas não a aprecio sem ti. Sentado. Comigo. Mãos unidas. Lábios selados. O negro da noite torna-se o azul da manhã e nestas horas. Desapareces. Só sobro eu.
Fico só… mais uma vez.
Fico só… mais uma vez.
Sentimentos
Sei que não sou perfeita, e que as palavras não chegam para descrever o que sinto, mas na verdade tudo isto me está a pesar muito na minha mente, e eu por vezes quero chorar por ti, porque não estás lá ao meu lado, porque realmente nunca me senti assim antes. Mas despedaçaste-me o coração e agora… já não sei o que sentir. Estou triste, mas não é a mesma tristeza que senti antes. Agora é pior. Sabes… músicas fazem-me lembrar da tua cara, e logo estes pensamentos vêm á minha cabeça. É como um sonho. O sonho com que eu sempre desejei, mas há qualquer coisa que me diz que não é verdade, mesmo que seja. Eu sempre escondi os sentimentos, mas desta vez é quase impossível. Por isso quero que saibas que eu sempre te quis comigo. Se chorar tu não voltas, mas se sorrir também não. Por isso é o mesmo sentimento que permanece. Tu. Tu nunca me amas-te como eu te amei a ti… Se eu olhar para dentro de ti consigo ver falsidade, medo, arrogância… mas… a inocência da tua voz, é como se me renasce-se toda a minha mente. Mas se eu te disser qual é o efeito? Não há. O teu coração não percebe. Muito menos o meu. Porquê tu? Tu. Porque assim quis… Porque assim ele quis… Não sei controlar os sentimentos. As minhas desculpas. Mas que hei-de fazer? Tu. Tenho de estar contigo. Se não… O que sou eu? Eu sou tu. A tua mente. O que tu respiras. Ou pelo menos o que esperava que eu fosse… Mas tu não entendes. E eu sou como as outras. Mais uma que podes usar como o teu boneco. Mas se esse for o meu destino, então posso ser o boneco… Desde que me ames. Partilhar contigo o sentimento de esperança, felicidade, tristeza, saudade, dor. Se sentisses esta dor… conseguias viver? Se fores como eu então… nunca. Tu. Porque fazes isto? Foges do meu amor mesmo que ele te prenda, tu tens uma barreira de ódio em teu redor. O que faço? O tempo desliza pelos meus dedos estamos cada vez mais afastados. Não te consigo dizer. Qual seria o efeito? O que dirias? Dirias que me amavas. Que ias estar sempre lá quando eu precisa-se. Mas isso era o que eu te diria. Tu atacavas-me com o ódio que rodeia a tua cabeça. Mas… serás como eu digo que és? Não. Simplesmente desfazes o meu orgulho, mas mesmo assim… eu amo-te. Esperavas outra coisa de mim. Eu sei. Eu não sou a que desejas. Mas quis dizer tudo o que penso. Mas que te digo? Tu. Porque não te disse? Porque é que gosto de ti afinal? Porque tu me dizes o que quero ouvir. Então espero. E espero. E espero. Mas tu não chegas. Por isso sorrio. E choro. Porque na verdade… tu nunca irás voltar.
E é tudo o mesmo sentimento, afinal…
E é tudo o mesmo sentimento, afinal…
Quando estás longe...
Quando estás longe, quero-te bem perto de mim...
Quando estás perto, quero-te longe de mim...
Não sei se sou indecisa, ou, simplesmente sei que não há hipótese.
Tu sempre disseste que eu era tudo
E disseste sempre tudo o que eu queria ouvir
mas isso sempre foi mentira... certo?
Era a tua forma de te divertires.
Já estás satisfeito? Com o tempo que gastei contigo?
A fazer-me de parva o tempo todo?
Já?
Bem se já... então ouve... Uma única vez...
E só desta vez...
Amo-te.
Quando estás perto, quero-te longe de mim...
Não sei se sou indecisa, ou, simplesmente sei que não há hipótese.
Tu sempre disseste que eu era tudo
E disseste sempre tudo o que eu queria ouvir
mas isso sempre foi mentira... certo?
Era a tua forma de te divertires.
Já estás satisfeito? Com o tempo que gastei contigo?
A fazer-me de parva o tempo todo?
Já?
Bem se já... então ouve... Uma única vez...
E só desta vez...
Amo-te.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Introdução
Isto é só uma pequena introdução do que eu vou fazer...
Como um rapaz de quem eu gostei foi embora, para fora da cidade, eu começei a exprimir os meus sentimentos no Word. E acho que lhe ganhei algum jeito, apesar de alguns serem sobre a mesma ideia.
Eu espero que gostem, e espero algum dia ter algum futuro relacionado com isto.
Se lerem, eu gostava que comentassem a dizer opiniões, ou mesmo até ideias, frases bonitas que vieram no momento á vossa cabeça enquanto liam.
Caso não conseguirem comentar, podem enviar as vossas ideias.
((nezitaa_emo@hotmail.com))
A partir daqui estam por vossa conta.
Como um rapaz de quem eu gostei foi embora, para fora da cidade, eu começei a exprimir os meus sentimentos no Word. E acho que lhe ganhei algum jeito, apesar de alguns serem sobre a mesma ideia.
Eu espero que gostem, e espero algum dia ter algum futuro relacionado com isto.
Se lerem, eu gostava que comentassem a dizer opiniões, ou mesmo até ideias, frases bonitas que vieram no momento á vossa cabeça enquanto liam.
Caso não conseguirem comentar, podem enviar as vossas ideias.
((nezitaa_emo@hotmail.com))
A partir daqui estam por vossa conta.
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